Acordo foi selado após conversa com treinador, que estabeleceu novas condições de comportamento e hierarquia no grupo para o Mundial dos Estados Unidos.
Olyvio Marques
Editor · Futebol · · 1 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
A convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026 foi selada por um pacto entre o jogador e o técnico Carlo Ancelotti. Em conversas realizadas antes do anúncio oficial, o atacante aceitou as condições impostas pelo treinador, incluindo a possibilidade de ser reserva e a necessidade de uma postura mais discreta, marcando uma nova fase em sua relação com a Seleção Brasileira.
Dez dias antes da divulgação da lista, uma reunião por vídeo entre Ancelotti, o dirigente Rodrigo Caetano e Neymar alinhou as expectativas. Conforme apurado pelo portal GE, o técnico italiano foi claro: as portas estavam abertas pela qualidade técnica do jogador, mas seu status na equipe havia mudado. Neymar precisaria aceitar a reserva sem criar ruídos internos e manter uma exposição pública menor. A resposta do atleta foi positiva, aceitando as condições e se colocando como um "soldado" para o grupo.
Publicamente, Ancelotti reforçou que a titularidade não está garantida. "Ele vai jogar se merecer jogar. O treino vai decidir isso", afirmou o técnico em coletiva. A ideia é utilizar Neymar como um "atacante mais centralizado", uma espécie de falso 9, aproveitando sua qualidade nos minutos em que estiver em campo, seja "um minuto, cinco minutos, 90 ou pênaltis".
A nova abordagem de Ancelotti contrasta com o tratamento que Neymar recebeu de técnicos anteriores, como Felipão, Dunga e Tite, sob os quais tinha privilégios. A promessa do jogador de se adequar à nova filosofia é vista nos bastidores da CBF como a "primeira vitória" do treinador italiano antes mesmo do início da Copa do Mundo, garantindo um ambiente focado no coletivo.
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