São Bernardo do Campo estuda a implementação de um Banco de Ração para pets de famílias em vulnerabilidade. Saiba como funcionam iniciativas semelhantes no ABC.
Olyvio Marques
Editor · Cidades · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
A cidade de São Bernardo do Campo estuda a implementação de um Banco de Ração para animais de estimação de famílias em situação de vulnerabilidade social, com o suporte do Banco de Alimentos municipal já existente. Atualizado em 22 de junho de 2026.
Um Banco de Ração é uma política pública que arrecada, armazena e distribui alimentos para cães e gatos. O objetivo é beneficiar famílias de baixa renda, protetores independentes e organizações da sociedade civil que cuidam de animais, conforme modelo em implantação na cidade de São Paulo (Prefeitura de São Paulo).
A iniciativa integra ações de assistência social, bem-estar animal e segurança alimentar. As doações podem vir de estabelecimentos comerciais, indústrias, órgãos públicos e pessoas físicas, sendo proibida a comercialização dos produtos arrecadados (Prefeitura de São Paulo).
Enquanto São Bernardo estuda a criação de seu banco, outras cidades da região já possuem programas voltados para a alimentação de pets. Em Santo André, o programa Moeda Pet permite a troca de 1 kg de garrafas plásticas por 1 kg de ração. Em 2025, a iniciativa arrecadou 12,6 toneladas de ração (Diário do Grande ABC).
Outros municípios da região também recebem doações de alimentos para animais:
Os Bancos de Alimentos são equipamentos essenciais no combate ao desperdício e na promoção da segurança alimentar para pessoas. No Grande ABC, essas estruturas distribuíram mais de 2 mil toneladas de alimentos em 2025 (Diário do Grande ABC). O Banco de Alimentos de São Bernardo, inaugurado em 2011, atende mensalmente milhares de famílias e indivíduos em vulnerabilidade (Diário do Grande ABC).
É um programa que capta doações de rações para cães e gatos e as distribui para tutores de baixa renda, ONGs e protetores de animais, garantindo a nutrição dos pets e o bem-estar das famílias.
Geralmente, os beneficiários são famílias em vulnerabilidade social, protetores de animais cadastrados e organizações da sociedade civil que cuidam de animais, como prevê o programa da cidade de São Paulo (Prefeitura de São Paulo).
As doações podem ser feitas por pessoas físicas ou jurídicas, como indústrias e comércios. Em São Paulo, por exemplo, o Banco de Alimentos municipal centraliza o recebimento de doações de alimentos para pets (Prefeitura de São Paulo).
A implementação de um Banco de Ração em São Bernardo representa um avanço nas políticas de bem-estar animal e segurança alimentar na cidade. A iniciativa, que ainda está em fase de estudo, segue uma tendência de outras cidades do Grande ABC e da capital paulista, que já desenvolvem programas para garantir a alimentação de pets de famílias em vulnerabilidade.
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