Encontrada nas ruas de Buenos Aires, a cadela Coral recebeu cuidados e carinho, mas um diagnóstico de câncer mudou seu destino. Conheça a história comovente.
Olyvio Marques
Editor · Animais · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
A história da cadela Coral, que vivia invisível nas ruas de Buenos Aires, Argentina, ganhou um desfecho comovente após seu resgate em julho. Protetores deram a ela seus primeiros dias de dignidade e amor, sem saber que seriam também os últimos. Atualizado em 10 de outubro de 2026.
Faminta, com o pelo sujo e cheio de nós, Coral caminhava de cabeça baixa pelas calçadas até ser encontrada por Claudio Cocimano e Tati, do projeto Labachimanada, em 24 de julho. Segundo a organização, Tati se aproximou com calma e ofereceu comida para conquistar a confiança da cadela antes de levá-la para um local seguro.
Após o resgate, Coral recebeu os cuidados que nunca havia tido: um "banho de dignidade", tosa, alimentação regular e uma cama quente. A transformação em sua aparência foi notável, mas a mudança mais significativa foi a descoberta do que era ser cuidada e amada, conforme relatado pelo projeto.
Pouco tempo depois de iniciar sua nova vida, Coral passou por exames veterinários que revelaram uma verdade dolorosa: ela tinha um câncer agressivo no fígado. O diagnóstico explicou por que a cadelinha se sentia tão mal, com dificuldade para respirar e perdendo as forças, de acordo com uma publicação do projeto em 24 de setembro.
Os protetores esperavam ter mais tempo para vê-la se recuperar e aproveitar a vida, mas a doença avançou rapidamente. Coral faleceu cercada de carinho, com Claudio segurando sua pata até o último momento. Embora a sensação de injustiça fosse grande, os voluntários destacaram que ela não partiu como foi encontrada: sozinha e com fome. Em seus últimos dias, ela conheceu o amor, o conforto e a compaixão.
Coral foi resgatada em Buenos Aires pelos protetores Claudio Cocimano e Tati, responsáveis pelo projeto de resgate de animais de rua chamado Labachimanada. Eles são conhecidos por dar visibilidade a animais que passam despercebidos pela maioria das pessoas.
Após ser resgatada e passar por exames, Coral foi diagnosticada com um câncer agressivo no fígado. A doença já estava em estágio avançado e foi a causa de sua rápida deterioração da saúde e posterior falecimento.
Apesar do diagnóstico terminal, seus últimos dias foram repletos de cuidados que ela nunca havia recebido. Ela teve comida, uma cama confortável, abrigo e, o mais importante, o carinho de seus resgatadores, que permaneceram ao seu lado até o fim.
A história de Coral, embora curta após o resgate, ressalta o impacto profundo que um ato de compaixão pode ter na vida de um animal vulnerável. Seus últimos dias, vividos com dignidade e afeto, contrastam com uma vida inteira de abandono e servem como um poderoso lembrete da importância do trabalho de protetores e da responsabilidade coletiva com os animais de rua.
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