Um gato chamado Ginge, que sumiu em Sunderland, foi localizado em uma colônia de gatos em Leeds quase um ano depois. Veja como a tecnologia foi essencial.
Olyvio Marques
Editor · Animais · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
Atualizado em 14 de agosto de 2026. Um gato desaparecido há quase um ano foi encontrado a cerca de 160 quilômetros de distância de sua casa na Inglaterra, em um reencontro emocionante que só foi possível graças ao seu microchip. Ginge, que havia sumido de Sunderland, foi localizado por uma voluntária em uma colônia de gatos em Leeds.
Ginge foi descoberto por Lucy Roche, líder voluntária da ONG Cat Action Trust 1977, enquanto ela cuidava de uma colônia de gatos ferais em Garforth, Leeds. De acordo com a BBC, Roche notou que o gato era extremamente dócil e suspeitou que ele pudesse ter um dono, o que a motivou a resgatá-lo para uma verificação.
A voluntária conseguiu capturar Ginge de forma segura e o levou a um veterinário. No local, a leitura do microchip permitiu rastrear sua tutora, Beth, que morava em Sunderland. Roche relatou à BBC que a dona ficou em "prantos" ao receber a ligação e mal podia acreditar que seu gato havia sido encontrado após tanto tempo.
O momento do reencontro entre Ginge e Beth foi registrado em vídeo e compartilhado nas redes sociais, ganhando repercussão mundial. "Tivemos pessoas da América, Nova Zelândia, dizendo que história maravilhosa", afirmou Roche, destacando o apoio recebido. O caso reforça a importância da microchipagem, que se tornou obrigatória para gatos no Reino Unido em 2024, segundo a BBC.
Ginge foi encontrado em uma colônia de gatos ferais em Garforth, Leeds, por uma voluntária da Cat Action Trust 1977. Ela percebeu que ele era muito dócil, o que a levou a verificar se ele tinha um microchip, conforme relatado pela BBC.
Sim, o microchip é considerado uma das formas mais seguras de identificação. Diferente de coleiras, ele é implantado sob a pele e contém os dados do tutor, que podem ser acessados com um leitor específico. Histórias como a de Ginge, e de outros gatos encontrados após três, dez e até treze anos desaparecidos, comprovam sua eficácia.
Manter os dados de contato atualizados no cadastro do microchip é crucial. Em alguns casos, animais são encontrados, mas os tutores não são localizados porque os telefones ou endereços estão desatualizados, dificultando o reencontro, como alertam especialistas e ONGs de resgate.
A história de Ginge se junta a muitas outras que demonstram a eficácia da microchipagem e a esperança de reencontrar um animal de estimação, mesmo após muito tempo e a longas distâncias. A tecnologia, aliada ao trabalho de voluntários e à atenção da comunidade, foi fundamental para proporcionar um final feliz a Beth e seu gato.
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