Medida amplia de 367 para 1.059 o número de fármacos na lista e pode gerar economia de R$ 1 bilhão por ano ao sistema de saúde.
Olyvio Marques
Editor · Brasil · · 1 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
O governo federal vai ampliar a lista de medicamentos com desconto obrigatório nas compras realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida, que entra em vigor em 29 de maio, aumentará de 367 para 1.059 o número de fármacos submetidos ao Coeficiente de Adequação de Preços (CAP).
O CAP é um mecanismo que obriga os laboratórios farmacêuticos a concederem descontos em vendas destinadas ao poder público. A mudança faz parte de uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), órgão ligado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A expectativa da Cmed é que a ampliação gere uma economia de até R$ 1 bilhão por ano para o SUS. A resolução também atualiza o percentual do desconto obrigatório aplicado aos produtos, que será reduzido de 21,53% para 19,79%, conforme apresentação técnica da entidade.
Apesar da economia prevista, a reformulação do marco regulatório de precificação de medicamentos enfrenta críticas do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). A entidade avalia que as novas regras podem pressionar os preços e criar distorções no mercado farmacêutico.
ICMBio, órgão do Governo Federal, aguarda relatório detalhado da concessionária para avaliar as medidas administrativas cabíveis contra o visitante.
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