Conhecido como o 'reitor felino', Barthô é um dos mais de 100 gatos que vivem no campus da UFMS. Saiba mais sobre ele e o projeto que busca lares para os animais.
Olyvio Marques
Editor · Animais · · 3 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
Barthô, apelidado carinhosamente de "reitor felino", é uma das figuras mais conhecidas nos corredores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Ele é um dos cerca de 105 gatos que vivem no campus e se tornaram parte da rotina de estudantes e funcionários, conforme apurado em maio de 2026.
A presença desses animais é gerenciada pelo projeto "Proteção Felina", uma iniciativa voluntária que atua desde 2014 para controlar a população, garantir bem-estar e promover a adoção responsável dos felinos.
Barthô ganhou notoriedade e o título de "reitor felino" pela sua presença constante e personalidade marcante no campus. Sua fama é tão grande que ele, junto com outra gata popular chamada Pantera, inspirou as ilustrações de canecas personalizadas oferecidas como prêmio em um concurso de fotografia organizado pelo projeto Proteção Felina, segundo o Campo Grande News. O concurso visava dar visibilidade aos animais e conscientizar sobre a causa.
O projeto Proteção Felina foi criado em 2014 por uma professora para lidar com o crescente número de gatos abandonados na universidade. A iniciativa, formada por professores, técnicos, estudantes e voluntários, tem três focos principais:
A situação na UFMS reflete um problema maior: o abandono de animais em campi universitários, que é considerado crime pela Lei Federal nº 9.605/98, com pena de até cinco anos de prisão. Instituições como a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) também possuem projetos para cuidar de animais abandonados, reforçando que a universidade não é um local adequado para deixá-los. O projeto da UFMS busca conscientizar a comunidade sobre essa responsabilidade e os riscos que os animais correm.
Atualmente, vivem no campus da UFMS em Campo Grande cerca de 105 gatos, segundo levantamento do projeto Proteção Felina. O número já chegou a ser estimado em 150 em anos anteriores.
É uma iniciativa voluntária criada em 2014 que cuida dos gatos abandonados na UFMS. O projeto organiza a castração, alimentação e busca lares responsáveis para os animais, além de promover a conscientização contra o abandono.
Sim, os gatos mais dóceis e sociáveis estão disponíveis para adoção responsável. O projeto Proteção Felina conduz o processo para garantir que os adotantes ofereçam um ambiente seguro, como casas teladas e sem acesso à rua.
Barthô, o "reitor felino", é o rosto mais famoso de uma grande colônia de gatos que encontrou abrigo temporário na UFMS. Sua história destaca a importância de projetos voluntários como o Proteção Felina e a necessidade urgente de conscientização sobre o abandono e a promoção da adoção responsável para garantir um futuro seguro para esses animais.
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