Guardião, felino do CIGS, entra para o Guinness aos 25 anos, superando o dobro da expectativa de vida da espécie. Conheça sua história e os cuidados especiais.
Olyvio Marques
Editor · Meio Ambiente · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
A onça-pintada Guardião, que vive no zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) do Exército Brasileiro, entrou para o Guinness World Records como a mais velha do mundo em cativeiro. O recorde foi oficialmente verificado em 9 de junho de 2026, quando o felino atingiu 25 anos e 90 dias, mais que o dobro da expectativa de vida da espécie. Atualizado em 25 de setembro de 2026.
Guardião é um macho de onça-pintada nascido em março de 2001 no município de Tabatinga, no Amazonas. Ele chegou ao zoológico do CIGS, em Manaus, em 7 de agosto de 2007, e desde então está sob os cuidados da instituição militar, conforme informado pelo Exército Brasileiro. Sua longevidade o transformou em um símbolo da fauna amazônica e do compromisso com a preservação ambiental.
A vida longa de Guardião é resultado de uma rotina de cuidados individualizados, adaptados para um animal idoso. Segundo a bióloga do CIGS, Primeiro-Tenente Eliane Carvalho, uma equipe multidisciplinar garante a saúde e o bem-estar do felino. Os cuidados incluem:
Mesmo com a idade avançada, Guardião se mantém saudável e ativo, exibindo comportamentos típicos da espécie, como caminhar pelo recinto, nadar e utilizar estruturas elevadas, de acordo com as informações divulgadas.
A onça-pintada mais velha do mundo em cativeiro é Guardião, que teve seu recorde verificado pelo Guinness World Records em 9 de junho de 2026, com 25 anos e 90 dias de idade.
Guardião vive no zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), uma instituição do Exército Brasileiro localizada em Manaus, no estado do Amazonas.
A expectativa de vida de uma onça-pintada, tanto na natureza quanto em cativeiro, costuma variar entre 10 e 15 anos. Guardião superou essa marca em mais do que o dobro.
O reconhecimento de Guardião pelo Guinness World Records não apenas celebra a vida de um animal notável, mas também destaca a importância dos cuidados em cativeiro para a conservação de espécies e fortalece as ações de educação ambiental sobre a fauna amazônica, reforçando o papel do Exército Brasileiro na proteção da biodiversidade.
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